22 de janeiro de 2014

Ô, morena.

Ô, morena, não faz assim com seu malandro não.
Agora a vida dele é roubar todo dia o mesmo coração.

Ainda tem golo e baralho, você sabe que sim,
mas você ta la do lado, a fada do meu botequim.
Larguei o cabaré, não tem mais fulana no pé.
E juro que se você quiser,
Até levanto cedo pra fazer o seu café.

Eu deixo você judiar, deixo você mandar,
coração de malandro sabe a hora de se entregar.

Eu sei que não sou muita coisa, não.
Que não sou o melhor pra você,
que não fui naquela exposição,
e que não sei quem é Satre.

Mas eu posso fazer samba pra te alegrar,
O violão é velho mas ainda sabe cantar.
E todo dia vou te conquistar de novo,
pra te mostrar como é leal, esse meu coração bobo.

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